Informática
Educativa I : Tarefa da Semana 7
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Título:
Avaliação da Qualidade de Software Educativo
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Aluno:
Carla Soares Restier Lima Carvalho
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Pólo:
Volta Redonda/ Rio de Janeiro
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Nome
do Software: Graphmática
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Site
(quando for o caso):
http://graphmatica.exerciciosdematematica.net/
(instalação em português)
http://www.graphmatica.com/user/GuiaDoUsuario-Graphmaticav2003p.pdf
( guia do usuário)
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Características
Técnicas:
Graphmatica é um software muito poderoso por utilizar um grande número
de funções matemáticas, e além disso, dispor de uma interface muito amigável.
Podemos utilizá-lo para visualizar gráficos de equações algébricas, sendo que
podemos representá-los através de vários tipos de escalas, incluindo
logarítmicas e polares.
O software
foi criado por Keith Hertzer, um bacharel em Engenharia Elétrica e Ciência da
Computação. O endereço da Internet que dispõe o download do programa é
escrito em inglês (www.graphmatica.com), mas as versões disponíveis são
diversas: desde uma original (em inglês) até traduções para o espanhol,
francês, coreano e, inclusive, português.
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Espaço criado com o intuito de auxiliar ingressantes no curso de Novas Tecnologias no Ensino da Matemática oferecido pela UFF
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Tarefa da sétima semana de Informática Educativa I
Fórum da sexta semana de Informática Educativa I
Estamos iniciando a 6ª semana de nosso curso. Gostaria de dizer que está sendo muito gratificante e prazeroso trabalhar com vocês. Estamos ensinando uns aos outros e aprendendo de maneira cooperativa.
Nesse fórum vamos refletir sobre a utilização de “softwares educativos”, que evoluem de livro eletrônico para objetos de aprendizagem, voltados para simulação e para ambientes abertos que permitem a problematização, o levantamento de hipóteses e a pesquisa, favorecendo a construção do conhecimento.
Mas, tudo vai depender da forma de uso dos recursos, da metodologia utilizada e dos objetivos a serem alcançados.
Precisamos levar os nossos “Rafinhas” a refletirem sobre todas essas questões. Esse é o grande desafio a ser vencido durante o decorrer da semana.
Procedimentos da semana
I - Leiam os textos disponibilizados para estudo:
II - Sua tarefa consiste escolher uma das modalidades de softwareestudados e pesquisar na internet um exemplo dessa modalidade. Vocês deverão comentá-lo em relação ao seu valor educacional, linha pedagógica em que se insere, além de indicar o link de onde o encontrou. Utilize na sua tarefa o
Modelo para a tarefa da semana 6 que estamos disponibilizando e exporte no formato PDF. Faça o upload do texto em PDF.
Coloque também o texto de sua tarefa no fórum Feira de Software :: Monte aqui sua barraca. Lá você poderá ter acesso aos trabalhos dos seus colegas.
III - A discussão do fórum partirá das seguintes questões:
1ª pergunta - Você já teve oportunidade de utilizar algum tipo de software ou aplicativo na sua prática docente?
2ª pergunta - Se utilizou, como você avaliou o resultado da sua experiência?
3ª pergunta - Caso você não tenha utilizado algum tipo de software ou aplicativo na sua prática docente, quais as suas expectativas?
Conheci os softwares na faculdade, eu ainda não tive experiência com uma turma inteira mas, já utilizei alguns com alunos na aula particular.
Conheci o Winplot, R.e.C, Geogebra, Tabulae, Graphmática e o cabri. Porém não domino 100% nenhum deles, esses softwares tem tantas ferramentas, tantas coisas a serem exploradas.... mas, é semprebem vindo uma motivação deste porte para trabalhar com os alunos. Por exemplo, numa aula que eu trabalhei funções polinomiais do 2º deu pra explorar o assunto de tal forma, que somente no papel não daria.
Neste questão por exemplo, eu pude explorar o que acontecia com as parábolas quando alterávamos os valores do coeficiente a:
No caso das funções :
quanto maior foi o valor de a, menor será a abertura da parábola. Os gráficos possuem o vértice em comum, pois o valor de k de cada função é o mesmo (-1).
Nesta pouca experiência que tive, o resultado foi muito bom... os dois alunos que trabalhei puderam perceber de forma significativa as propriedades da função polinomial do 2º grau, pois através do software eles puderam manipular cada parábola, puderam manipular os valores da função e perceber que caractériscas cada valor significava.
Em relação as minhas expectativas futuras, são as melhores possíveis, pois acredito que o uso do computador atrai muito os alunos, uma vez que possibilitam entendimento de conceitos como esses que relatei.
Tarefa da sexta semana de Informática Educativa I
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Informática Educativa I :: Tarefa da Semana 6
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Nome
do Software: Graphmatica
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Aluno:
Carla Soares Restier Lima Carvalho
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Pólo:
Volta Redonda/ Rio de Janeiro
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1. Especificações do software
Aplicativo
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2. Endereço na internet
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3. Característica do tipo de software
É um software que permite que se
construa gráficos a partir de funções elementares. Possui ainda a opção de se
trabalhar em coordenadas polares, cartesianas e em escalas logarítmicas. Foi criado por Keith Hertzer, um bacharel em Engenharia
Elétrica e Ciência da Computação. O endereço da Internet que dispõe o download
do programa é escrito em inglês (www.graphmatica.com), mas as versões disponíveis são diversas: desde uma
original (em inglês) até traduções para o espanhol, francês, coreano e,
inclusive, português.
O Graphmática é um aplicativo que
trabalha com duas dimensões, sendo capaz de representar graficamente funções
de qualquer grau, funções exponenciais, logarítmicas, trigonométricas,
hiperbólicas, etc. Também é útil no Cálculo Diferencial e Integral: hachura
áreas para ilustrar integrais, desenha gráficos de derivadas e cria gráficos
de equações diferenciais ordinárias. Possibilita, assim, aplicações diversas
em matemática.
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4. Corrente pedagógica possível de ser
utilizada
A meu ver este
aplicativo, se enquadra na corrente pedagógica pós-construtivista, pois permite que a aprendizagem ocorra de forma coletiva e o professor tem papel de estimular
à construção do conhecimento através do trabalho cooperativo.
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O trabalho completo está disponível em:
http://www.slideshare.net/CarlaRestier/modelo-tarefasextasemana-2
Fórum da quinta semana de Informática Educativa I
Olá alunos!
Está aberto o fórum! A interação e troca de conhecimentos será intensa por aqui. No texto de estudo existe uma provocação para que vocês procurem na Internet trabalhos que discutam as definições do que é ensinar e aprender.

Portanto:
- Pesquisem sobre essas definições
- Discutam por aqui esses achados no fórum da semana.
Aguardo a participação de todos! E fiquem atentos, haverá também um chat
Chat temático :: Teorias Pedagógicas (iremos combinar dia e horário) que valerá pontos extras onde trocaremos informações de propostas do uso de software educativo relacionados com as teorias pedagógicas e que ajudarão também na confecção da tarefa.
As respostas:
Primeira postagem:
Mesmo enquanto aluna já tinha essa convicção... ser professor é uma coisa e ser educador é outra.... então achei esse artigo que diz:
Ser professor é apenas uma função técnica, ser educador vai além. A escola que trabalha voltada para o conteúdo, onde cada professor pensa que sua obrigação maior é "dar o programa", precisa reestudar a sua função. Temos de nos convencer de que a base do compromisso educacional é o "objetivo'' e não a "matéria". ....pois não basta a escola ser um simples difusor de conhecimentos. Ensinar a ler, a contar, a conhecer a geografia, a história, as ciências é sem dúvida tarefa meritória. Mas a vida moderna exige da escola muito mais: ela tem de levar o aluno a pensar, a contextualizar, a analisar comparativamente, a quebrar preconceitos, a buscar soluções gradativas para problemas que afetam a sua comunidade.
Enfim a escola tem também a nobre função de formar cidadãos......(Renato Mesquita) e para isto é necessário transformar o pessoal docente de instrutores em educadores.
Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1669340-professor-educador/#ixzz1npdSSYQc
Enfim a escola tem também a nobre função de formar cidadãos......(Renato Mesquita) e para isto é necessário transformar o pessoal docente de instrutores em educadores.
Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/1669340-professor-educador/#ixzz1npdSSYQc
Eu ainda vou mais além, nós educadores em muitos dos casos estamos assumindo papéis que pertencem à família... e isso pesa muito pra gente... não é verdade?
Segunda postagem:
Então, encontrei em um artigo um trecho que achei muito interessante. Compartilhando:
[...] o ato de ensinar não é apenas transmitir conhecimentos, e sim levar o aluno a descobrir que ele já tem conhecimentos. Porque ninguém ensina a ninguém. Ensinar não é uma relação de autoridade entre o saber do professor e a ignorância do aluno. Porque o aluno não é ignorante, ele já traz de casa uma leitura do mundo, ele já tem um conhecimento e uma experiência de vida.
A difícil arte de ensinar e fazer história na ótica de Castelo Branco. Disponível em: http://www.webartigos.com/artigos/a-dificil-arte-de-ensinar-e-fazer-historia-na-otica-de-castelo-branco/13893/
Terceira postagem:
Pelo menos percebo que os professores que estão se formando ( ou a maioria deles) buscam construir o conhecimento. Não é fácil pois requer uma paixão muito grande além da matemática, precisamos sermos apaixonados pela EDUCAÇÃO!
Deixo aqui outra sugestão bacana que achei na internet: ENSINAR E APRENDER: As Duas Faces da Educação , disponível em:http://www.boaaula.com.br/iolanda/tese/ensinar.htm
Tarefa da quinta semana de Informática Educativa I
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Informática Educativa I: Tarefa da Semana 5
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Aluno:
Carla Soares Restier Lima Carvalho
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Pólo:
Volta Redonda/ Rio de Janeiro
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Parte 1
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Parte 2
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Introdução
A dicotomia
ensinar/aprender nos abre um leque de discussões. Mas, o que é ensinar e o
que é aprender? De acordo com CORTELAZZO, ensinar é um processo
que envolve indivíduos num diálogo constante, propiciando recursos temporais,
materiais e informacionais para que se desenvolva a auto-aprendizagem com os
outros ou a partir dos outros e segundo Lopes ( apud COSTA, 1996, p.111) aprender
é construir seus conhecimentos e sua atividade na interação com outros sujeitos e "por meio de influências
recíprocas que vão estabelecendo cada sujeito constrói o seu conhecimento de
mundo e o conhecimento de si mesmo como sujeito histórico". Para
explicar este complexo processo, existem diversas teorias, entre as quais
podemos citar: Comportamentalismo, neo-comportamentalismo, construtivismo e
pós construtivismo, vale ressaltar que em cada corrente citada temos grandes
teóricos que se destacaram. Aqui nos limitaremos a falar sobre duas teorias distintas:
a comportamentalista e a construtivista, buscaremos destacar quão grande é a
importância de o professor ter conhecimentos
sobre essas diversas correntes para termos suporte no processo de
ensino/aprendizagem. Por fim, daremos nossa opinião particular da teoria que
seria um padrão para o nosso atual sistema educacional.
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Desenvolvimento
O processo ensinar/aprender faz parte da
vida da espécie humana e ocorre em diversos cenários. O indivíduo não precisa necessariamente
estar no espaço físico de uma escola para ensinar ou aprender algo. Aqui,
voltaremos o ato de ensinar diretamente ao professor.
O mundo a cada dia que passa vem
evoluindo, nossas crianças e jovens evoluindo com ele, mas, a forma de se
preparar o professor continua da mesma maneira que há um século. Por isso é
de suma importância para o professor conhecer as teorias dos processos de
aprendizagem, uma vez que elas nos possibilitam a repensar sobre a educação e
as maneiras de como o ensino tem sido oferecido.
As teorias de aprendizagem, segundo COSTA:
“[...] pretendem definir
um modelo de processo de aprendizagem, e as mesmas possuem uma fundamentação psicológica, sendo distribuídas em diferentes
classificações e apresentando múltiplas visões sobre a aprendizagem. Algumas
visões ressaltam o processo de aprendizagem, outras enfocam o seu resultado e
outras, ainda se preocupam com as circunstâncias em que ela ocorre.”
A primeira
teoria aqui tratada, a comportamentalista, é segundo AGUILAR:
“a teoria que diz
que o comportamento se deve explicar através de experiências observáveis e
não por processos mentais. O comportamento é qualquer coisa que se faça e
possa ser observada diretamente.”
Para os comportamentalistas a aprendizagem é
baseada no externo, sendo possível observar esse processo, eles entendem que
ocorreu a aprendizagem quando eles percebem modificações comportamentais no
indivíduo.
SANTOS
ressalta que, “o homem é considerado
produto do meio; conseqüentemente pode-se manipulá-lo e controlá-lo por meio
da transmissão dos conhecimentos decididos pela sociedade e pelos seus
dirigentes.”
Os
comportamentalistas buscam produzir um ensino lento e gradual a fim de evitar
erros e quando os mesmos ocorrem, retoma do ponto anterior explicando
minuciosamente, os comportamentalistas reforçam os acertos.
Nessa
teoria, vários nomes se destacaram entre eles, B.F. Skinner; a principal
contribuição de Skinner é o ensino programado. A máquina por ele construída
funcionava como um professor particular, pois a máquina só seguia com os
conteúdos se o aluno se apresentasse preparado para seguir.
Segundo Fadiman
(apud COSTA, 1939) Skinner considerava que:
“através da utilização
desse tipo de tutores, não só os alunos seriam privilegiados, mas também os
professores, pois teriam mais tempo para assistir os estudantes
individualmente, ou desenvolver outras atividades além dos limites materiais
programados.”
Por ter
gerado opiniões contrárias, essa teoria foi caindo em desuso, pois alguns
consideravam que aluno vivia de forma isolada, não tendo os benefícios do
trabalho cooperativo. Mesmo assim, a Instrução Baseada em Computador (CAI) é
fundamentada no modelo comportamental de Skinner (COSTA).
Já para o
construtivismo o conhecimento é um
processo construído e reconstruído pelo indivíduo de dentro pra fora por toda
sua vida. Os construtivistas defendem que o conhecimento acontece quando os
indivíduos interagem com o ambiente.
AGUILAR
diz:
“Para o construtivismo, o conhecimento é (re)construído
pelo indivíduo nas interações com o ambiente externo. O aluno é o sujeito
ativo no processo de aprendizagem, através da experimentação, da pesquisa em
grupo, do estímulo à dúvida e ao desenvolvimento do raciocínio. Os conceitos
são formados no contato com o mundo e com as outras pessoas. O professor
assume o papel de provocador e estimulador de novas experiências e dever ser
capaz de propor estratégias ou caminhos para buscar respostas.”
O
professor tem papel de mediador e o aluno nessa teoria assume papel ativo,
descentralizando o poder do professor.
Alguns
teóricos se destacam nessa corrente, entre eles Jean Piaget, David Ausubel e
Bruner.
Piaget
acreditava que a inteligência da criança é uma contínua adaptação ao ambiente
que a circunda através de um processo de maturação, formado por dois
componentes básicos: adaptação e organização (COSTA).
Bruner,
segundo AGUILAR, preocupa-se em
induzir uma participação ativa do aluno no processo de aprendizagem,
contemplando a "aprendizagem por descoberta". Seu enfoque é a
exploração de alternativas e o currículo em espiral. O conceito de exploração
de alternativas pressupõe que o ambiente ou conteúdo de ensino deve
proporcionar alternativas para que o aluno possa inferir relações e
estabelecer similaridades entre as idéias apresentadas, favorecendo a
descoberta de princípios ou relações. Por sua vez o currículo em espiral permite
que o aluno veja o mesmo tópico em diferentes níveis de profundidade e modos
de representação.
Para
COSTA, Ausubel considera a
aprendizagem como a organização e integração de informações na estrutura
cognitiva do indivíduo. O conjunto de conhecimentos previamente armazenados é
considerado o fator mais importante no processo de aprendizagem, pois servirá
de base para que novos conceitos e idéias sejam incorporados.
Em geral, para os construtivistas a aprendizagem é vista como
uma construção contínua, considerando as modificações dos atributos da
estrutura cognitiva face a novas informações.
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Conclusões
O ato de
ensinar e aprender é um processo que se dá o tempo todo e em diversos
momentos e lugares então, podemos dizer que este processo é dinâmico e contínuo.
Para dar subsídios a esse processo, foram desenvolvidas por alguns estudiosos
diversas teorias. Aqui foram destacadas as teorias dos comportamentalistas e
dos construtivistas.
A meu
ver, a teoria que mais se adequaria do que buscamos no ensino é a
construtivista, uma vez que nós atuais professores visamos construir o
aprendizado juntamente com o aluno. Ao percebermos a complexidade e a alta
velocidade que o mundo evolui juntamente com as novas tecnologias, o
professor tem um novo papel atribuído, ele é mediador e incentivador no
processo de ensino/aprendizagem. Com isso, o aluno deixa de ser um indivíduo
passivo e passa a construir o conhecimento de forma que o aprendizado seja
mais significativo.
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Referências
COSTA, Rosa M. Teorias Pedagógicas Fundamentos dos
processos de ensino-aprendizagem –
Material de Estudo, 2008.
Repensando a
educação na era da internet. Disponível em: http://www.uniriotec.br/~pimentel/disciplinas/ie2/infoeduc/aprendizagem.html
MENDONÇA, Ricardo
Alexandre. Duas teorias da
aprendizagem. Disponível em: http://www.diferencialbr.com.br/duas_teorias.html
Comportamentalismo.
Disponível em: http://www.penta.ufrgs.br/~jairo/1instru1.htm
TECH, Adriano
Rogério Bruno. A informática e a
educação mediado pelo computador. Disponível em: www.sare.unianhanguera.edu.br/index.php/reduc/article/.../180
SANTOS, Roberto Vatan dos. Abordagens do processo de ensino e aprendizagem. Disponível em: ftp://ftp.usjt.br/pub/revint/19z_40.pdf
AGUILAR, Luis. Aprendizagem
– O comportamentalismo. Disponível em: http://alunos.di.ubi.pt/~a14676/psicologia/condicionamento.pdf
CORTELAZZO, Iolanda Bueno de Camargo. ENSINAR E APRENDER: As Duas
Faces da Educação. Disponível em: http://www.boaaula.com.br/iolanda/tese/ensinar.htm
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Fórum da quarta semana de Informática Educativa I
Leiam os textos sobre as primeiras iniciativas do uso dos computadores e tecnologias de comunicação e os impactos gerados nos diferentes projetos que hoje vemos disseminados por todo o país, e discutam aqui no fórum:
(1) Você participou em alguma destas iniciativas?
(2) Conhece algum resultado de algum projeto?
(3) A partir da leitura deste texto sobre a História da Informática Educativa e de sua própria experiência, que pontos você destacaria como problemáticos para que se consiga uma maior disseminação do uso dos computadores nas escolas.
Questionamento 3:
(1) Você participou em alguma destas iniciativas?
(2) Conhece algum resultado de algum projeto?
(3) A partir da leitura deste texto sobre a História da Informática Educativa e de sua própria experiência, que pontos você destacaria como problemáticos para que se consiga uma maior disseminação do uso dos computadores nas escolas.
(4) Que aspectos vem favorecendo a introdução dos computadores na educação?
Questionamento 1:
Infelizmente não participei ainda de nenhum desses projetos, tanto porque minha experiência na prática pedagógica ainda é muito pequena. O pouco de experiência que tive foi em um trabalho desenvolvido junto a Escola Municipal Jahyra Fonseca Drable, no distrito de Amparo em Barra Mansa, onde pude perceber que apesar de terem um laboratório equipado de computadores, o mesmo não era utilizado nem para fins educacionais e nem para lazer. Utilizamos os computadores como complemento ao nosso projeto, visto que, nossa prioridade era trabalhar a tabuada, pois fomos informados que os alunos do 6º ano do Ensino Fundamental apresentavam grandes dificuldades em resolver problemas matemáticos que envolvem multiplicação e divisão. Separamos alguns joguinhos de continhas simples para reafirmar que eles haviam compreendido o conceito.
Questionamento 2:
Infelizmente não conheço nenhum resultado desses projetos,mas, pude ter uma ideia pelos relatos feitos por alguns colegas.
Questionamento 3:
Antes (30 anos atrás) apontaria como um problema o alto custo dos computadores e a formação de professores
Porém, hoje percebo alguns pontos problemáticos, o principal deles é o preconceito, principalmente por parte da escola e alguns casos por parte dos professores; outro ponto que destacaria seria a falta de interesse de aprender por parte dos professores, como já foi relatado por nossa colega, afinal buscar conteúdos para se trabalhar no computador, utilizando softwares, vídeos e até mesmo redes sociais dá trabalho, então o professor precisa antes de tudo, querer mudar a forma de conduzir suas aulas.
Outro ponto não menos importante é a falta de estrutura das escolas.
Questionamento 4:
Destacaria alguns aspectos:
Destacaria alguns aspectos:
Atualmente o custo do computador caiu bastante e o poder aquisitivo da população vem subindo também. Mas, na minha opinião o que faz de fato a introdução dos computadores na educação acontecer é a necessidade do mercado de trabalho, pois a competitividade e a cobrança por currículos melhores, faz com que os profissionais da área da educação fiquem mais “espertos’ em relação ao uso do computador, pois hoje, quem não domina pelo menos o mínimo da máquina, é considerado um analfabeto...
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Tarefa da quarta semana de Informática Educativa I
Segue link com o desenvolvimento da tarefa da semana quatro: Linha do Tempo da História da Informática Educativa no Brasil
http://www.slideshare.net/CarlaRestier/linha-do-tempo-da-histria-da-informtica-educativa-no-brasil
http://www.slideshare.net/CarlaRestier/linha-do-tempo-da-histria-da-informtica-educativa-no-brasil
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